aquela borboleta não me deixou sequer um poema.
essas palavras vagas que artomentam,
a morte é só o fim da dúvida.
aquela cidade que rouba almas,
sempre indecisa diante de seu poder;
a cura de todas as dores…e o começo de todas as outras.
Novembro 19, 2007
Novembro 19, 2007 at 9:31 pm
Tu já me disseste isso, o que não me disseste foi quando virás, pois eu também estou planejando ir por aí.